Prêmio FNLIJ 2018

É com enorme alegria que comemoramos o prêmio FNLIJ 2018 para dois livros:

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  • Categoria Melhor projeto editorial e categoria Jovem:
    Catálogo de perdas
    , contos de João Anzanello Carrascoza; fotos de Juliana Carrascoza; capa e projeto gráfico de Raquel Matsushita. Sesi-SP Editora.
    Veja mais sobre o livro no blog e no site da Entrelinha.

 

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  • Categoria Literatura em língua portuguesa:
    Infâncias – aqui e além mar, poesias de José Jorge Letria e José Santos; ilustrações de Cátia Vidinhas e Guazzelli; capa e projetográfico de Raquel Matsushita. Sesi-SP Editora.

Para ver a lista completa dos vencedores, clique aqui.

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o mundo de lévi-strauss

A biografia de Lévi-Strauss, de Emmanuelle Loyer (Edições Sesc), projeto gráfico e capa da Entrelinha, tem lançamento marcado no dia 8 de maio, 19h, no Sesc Avenida Paulista. Haverá uma mesa com a autora, Manuela Carneiro da Cunha e Fernanda Arêas Peixoto.

Mais no site da Entrelinha.

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Trabalhos selecionados na ADG

Três vivas! Três trabalhos da Entrelinha Design selecionados para a 12ª Bienal Brasileira de Design Gráfico!

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Veja mais em:
Histórias de gente, histórias da gente
Mulheres no poder
Coleção Pedro fugiu de casa

E no site da Entrelinha.

Histórias da gente

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Esta é uma capa que constrói a história de muita gente: dos vinte autores-garis, da Entrelinha Design pela capa, de Walcyr Carrasco pelo prefácio, da CBL, Infinito Cultural e Inova pela idealização do projeto.

Foram selecionadas vinte histórias escritas pelos agentes de limpeza da cidade de São Paulo. As fábulas urbanas nos mostram que eles cuidam não somente das ruas, mas também das pessoas que convivem nelas. Retratam o cotidiano, há humor, tristeza, luta, amizade, coragem e até história de amor. Os escritores, guerreiros quase invisíveis, se enchem de luz ao lançarem a obra na Bienal do Livro de 2016.

Na capa, o instrumento de trabalho do gari e do escritor se fundem num só. Por meio do objeto de trabalho nos adentramos nas histórias tocantes de cada um. As cores remetem ao uniforme dos agentes, usado com orgulho inclusive no dia do lançamento.

Uma honra fazer parte desse lindo projeto.

Para saber mais:
http://www.storybox.com.br/bienaldolivrosp/

mesas de design na bienal do livro

Na Bienal deste ano, vou mediar duas mesas imperdíveis sobre design de livros:

  • Quem é o designer?, com Pedro Inoüe e André Lima. (16h)
  • Quem é o capista?, com Victor Burton, Gustavo Piqueira e Luís Bueno. (19h30)

No Anhembi, sábado, dia 03 de setembro, no estande das Edições Sesc.

Vamos?

Bienal do Livro SP
Av. Olavo Fontoura, 1209
www.bienaldolivrosp.com.br
de 24/08 a 04/09/2016

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o anel do nibelungo

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O anel do nibelungo é a mais importante ópera de Richard Wagner. Sua história forma uma teia das várias lendas dos povos do norte da Europa, que foram sendo construídas ao longo de milênios e se emaranham com outras lendas ocidentais. O livro, projeto gráfico da Entrelinha, é uma adaptação dessa obra escrita por Gabriel Lacerda, com ilustrações de Arthur Rackham (Edições de Janeiro).

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o olhar hábil de Moema

Hoje tive a imensa honra de conhecer pessoalmente uma das mais relevantes designers de capas da nossa história, vencedora de 5 prêmios Jabutis e cheia de histórias pra contar: Moema Cavalcanti é uma daquelas pessoas que dá vontade de passar o dia conversando e olhando a sua produção de capas (uma estante enorme, cheia de livros). Hoje ganhei o privilégio de ouvir um pouquinho de suas histórias.
Só pra dar água na boca: quando morava em Recife, o pai de Moema recebia em casa muitos amigos intelectuais, entre eles, estava Aluísio Magalhães e outros integrantes do Gráfico Amador. Moema via, em primeira mão, as produções experimentais de vanguarda dessa turma.
Conheci o trabalho de Moema há uns 20 anos, quando estava na faculdade. Me encantei com o seu olhar de designer, muitas vezes em que uma capa me chamava na livraria, ao conferir o nome do capista, lá estava ela: Moema Cavalcanti. Na década de 80, criações das capas “O olhar”, “O desejo” (prêmio Jabuti, 1991), “O sentido da paixão”, e “Ética”, todos da Cia das Letras, foram muito impactantes, o uso de faca especial na época não era algo comum. Aliado à isso, Moema consegue a síntese absoluta em suas capas, daí a força do seu trabalho.
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Desde então, sou fã de Moema, que permanece ativa com o seu olhar precioso, hábil em captar – até nas coisas que, para a grande maioria, passariam despercebidas – a beleza e a força plástica e as transformar em presentes para o nosso olhar, seja em suas capas de livros ou nos quadros pendurados em sua linda sala.

Esse foi o presente que ganhei dela hoje: uma linda capa costurada e rasgada, que arremata com chave de ouro o meu dia e a inspiração de prosseguir adiante acreditando em nosso trabalho de designer e valorizando os talentos que fizeram, e fazem, a nossa história. Moema é disciplina obrigatória.
Obrigada, Moema.
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